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Wed, Feb. 15th, 2006, 02:28 am
Mexicana in Amsterdam

Momento inesquecível! Eu e Danilka comendo cogumelos mágicos em Asmterdam; Mashka filmando (e comendo também):

http://rapidshare.de/files/13301910/it_s_like_grass.AVI.html

Para fazer o download, vá até o fim da página e clique em FREE; espere a página que abrir terminar a contagem regressiva; depois, digite a combinação que aparecer e clique em DOWNLOAD FROM NET MIRROR 'OMEGA'. Espere terminar o download e enjoy!

Tradução da conversa direto do russo:

Mashka: "Danila a gente tá dando muita bandeira..."
Danilka: "Ah, que se foda... não tô nem aí"
Mashka: "Olha esses caras tão de olho na gente..."
Danilka: "Блядъ!" / "B-liad!" ("Putaquepariu" em russo!)
Mashka: (risos)
Danilka: "Acho que eles são alemães... Melhor tomarmos cuidado!"
Mashka: ????
Yoshka (em inglês): "É horrível!"
Mashka: "Ah, mostra os cogumelos pra câmera, Danila, mostra..."
Danilka: "Olha, olha... Nutrição saudável!"
Mashka: "E aí, o que tá achando?"
Yoshka: "Horrível, o gosto é horrível... Parece grama" (Tinha que reclamar de alguma coisa, né?)
Danilka: "Não..."

Fri, Dec. 9th, 2005, 07:03 pm

Ela subiu no ônibus com alguma dificuldade, os degraus sendo altos demais para suas pernas tão curtas. Mas não foi só aí que a seleção natural lhe traíra: nascera cega e, para piorar, pobre. Pobre de uma pobreza realmente miserável, em condições de vida que são piores que as dos animais: estes pelo menos nascem livres, como pretende o Chico Buarque. Ela não: nascera presa, acorrentada aos grilhões da miséria irremediável. Sabe-se lá como sobreviveu durante tanto tempo, ou melhor, sabe-se bem: mendigando a vida onde pudesse. E que celeiro de mendicância são os ônibus! “Ajude a ceguinha, que não pode ver... Vocês que podem ver, vocês que são felizes de poder ver...” Não sei se ver me deixa tão feliz assim. Vendo uma cena daquelas, eu penso que poder enxergar não é motivo de felicidade.

Pausa para ir buscar na estante a “Carta sobre os cegos – para uso dos que vêem”, de Diderot.

Thu, Oct. 20th, 2005, 03:01 am
Pandora's box

Tomorrow will be the same day, Scarlett, my dear...

Tue, Oct. 11th, 2005, 01:07 am
...

Todos os dias eu me levanto e penso numa única coisa: o momento em que estarei indo dormir de novo. Às vezes, minha vida parece ser tão desprovida de sentido que nada que eu faça é capaz de me dar uma alegria verdadeira. O suicídio aparece como uma árvore no meio de um campo, ao longe, que você olha e tem vontade de ir até lá mas não pode porque você está num carro na estrada esburacada e empoeirada, indo apressado (por que?) para algum lugar ordinário tentar meter um pouco de juízo na cabeça das pessoas – tarefa irrealizável, visto que a maioria das pessoas acha que eu mesmo de juízo não tenho um pingo. Mas então eu penso que morrer não é a solução do problema, mas justamente o fechar do livro de matemática, quer você tenha ou não resolvido a equação.

A cada dia eu continuo me envenenando com mais e mais jóias. Não consigo parar e, pra falar a verdade, nem sei se quero.

Tue, Oct. 11th, 2005, 01:05 am
Alcântara

Alcântara is the refuge par excellence for alternatives, nature-lovers, junkies, bums and crazy backpackers in general. The charm of the town, anyone can see it, lies in its ruin. The erotic feeling and the boundless fun find an ideal background in those night old slopes. The “festejos” – popular parties to pay tribute to saints – in the surrounding villages are perfect to get in touch with the real people from Maranhão. Not the alienated elite that lives nowadays in the “chic” areas from São Luís – areas built in most part on landfilled mangrove terrains – and that names the Praia Grande as “Reviver” and that knows nothing about it but the Antigamente, the Observatório and the Armazém da Estrela. I hope that the Alcântara inns rest ever rustic, God forbid me of seeing lofts and resorts over there someday! Long live the reggae nightclubs, the fish-stinky wharves, the boats, the Tijupá, the always violated but still untouched Ilha do Livramento (Island of the Releasing), the Tambor de Crioula, the hot nights of full moon from Alcântara…

Alcântara é o refúgio por excelência dos alternativos, naturebas, malukos, vagabundos e mochileiros doidos em geral. O charme da cidade, qualquer um percebe: é sua ruína. Naquelas velhas ladeiras noturnas, o erotismo e a piração encontram seu ambiente ideal. Os festejos dos povoados vizinhos são perfeitos para quem quer conhecer o verdadeiro povo maranhense, e não essa elite alienada que hoje habita as áreas "chiques" de São Luís - construídas em grande parte sobre mangue aterrado - e que chama Praia Grande de "Reviver" e dela só conhece o Antigamente, a Observatório e o Armazém da Estrela. Tomara que as pousadas de Alcântara continuem simples, Deus me livre de um dia chegar a ver lofts e resorts por lá! Longa vida aos rústicos clubes de reggae, ao fedor a peixe do cais, ao Tijupá, à sempre violada mas ainda assim intocada Ilha do Livramento, ao Tambor de Crioula, às noites quentes de lua cheia de Alcântara...

Tue, Jun. 14th, 2005, 01:18 pm
Job pics

Well, though I don't like working very much, I can say that I'm very happy because in this job I can do the two things I like most in life: traveling and admiring beautiful guys (though I'm not supposed to touch them because of ethical reasons). The project I work in acts in 10 towns of a region of Maranhão state known as "Baixada" (/bI-sha'-da/, the first syllable sounds like the English pronoun "I", and the "a" sounds like the German "a" ohne Umlaut; the stress is on the second syllable) or "Lowland". It's a region of impressive landscapes, full of green nature reflected in the dark waters of boundless lakes. Almost every weekend we travel to one or sometimes two or even three towns. The best part of my job, no doubt.


Baixada landscape


Paula (a very nice coworker) and I at São Bento
(That hair and that beard don't exist anymore)




Cajari, a very small town that I love

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That is no visual effects...

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Edgard...

Mon, Jun. 13th, 2005, 09:43 pm



Caboclo de pena

 
Caboclos de fita                                                                                                                 Um pandeirão


Caboclo tocando matraca




Um boi se apresentando - o da Maioba, eu acho


Tambor de Crioula


Rua Portugal


Largo do Carmo com vista da igreja de mesmo nome...


Largo do Carmo, com vista do "Abrigo", uma decadente galeria de botequins infames mas onde muita coisa interessante pode acontecer


Praça Deodoro, o lugar de São Luís do qual ninguém gosta




Mon, Jun. 13th, 2005, 09:21 pm

Para saber mais sobre São Luís e as festas de Junho, acesse:
http://feriasbrasil.terra.com.br/scripts/cidade.cfm?Cidade=S%E3o%20Lu%EDs
http://www.cidadeshistoricas.art.br/saoluis/sl_dia_p.htm


Uma rua do Desterro, no centro histórico de São Luís... Cidadezinha pelintra e preguiçosa, que a cada dia perde mais e mais seus encantos... Outrora capital literária, hoje jaz sufocada em meio a um lamaçal de subcultura brega-pop


Diz a  lenda que quando a serpente que dorme nos subterrâneos da ilha despertar, toda a cidade será tragada pelas águas...

  
Chapéu do caboclo de pena                                               Rua do Giz, na Praia Grande, no centro histórico
                                                                                          Essa rua é famosa pelos encontros e desencontros que proporciona...

               
Rua Portugal, na Praia Grande - no canto direito, o Bagdá Café


Caboclos de fita

Sun, Jun. 12th, 2005, 09:42 pm
ENSAIO REDONDO DO BOI DA MAIOBA

Ontem fui pela primeira vez a uma apresentação do boi da Maioba na Maioba. E justamente no chamado "ensaio redondo", em homensagem a São João. Apesar disso, lá não estava muito lotado, talvez por causa da ameaça de chuva, que acabou não caindo. Fui com Luciano e Karine, duas pessoas completamente malucas, de quem estou começando a gostar muito, assim como desse negócio de bumba-meu-boi, que antes eu não sabia apreciar, talvez porque nunca tivesse tido a oportunidade de brincar tão à vontade como nesse ensaio da Maioba. Luciano e Karine são dois "terroristas", como eles dizem... E eles achavam que eu era uma pessoa "controlada", coitadinhos, descobriram que eu sou tão pirado quanto eles.

O boi começou por volta da meia-noite de hoje, e já começou pegando fogo. O som ensurdecedor das matracas e dos pandeirões mexeu profundamente comigo. Mesmo sendo totalmente desengonçado para dançar, não consegui resistir, ou melhor, minhas pernas não conseguiram ficar imunes ao tátá-tá-tátá-tá-tátá-tá-tátá-tá... Houve um momento em que eu fechei meus olhos e parecia que estava em transe, embalado pelo som mântrico das matracas e dos pandeirões e reagindo com a dança. Incrível... Quando cheguei em casa, totalmente acabado, minha mãe, que nunca me viu indo pra festa de bumba-meu-boi, ao abrir a porta para mim, perguntou de onde eu estava vindo. Ao ouvir a resposta, "da Maioba", disse-me: "Tu és a própria metamorfose ambulante". O Rauzito que há em mim agradece.

PS: Sim, "ele" estava lá. Acompanhado de uma porção de malas, mas sem a namoradinha. Et joli, comme d'habitude. Nos cruzamos em vários momentos, nos falamos bastante, mas foi só. E daí?

Mon, May. 16th, 2005, 09:44 pm
Too much work and no fun makes Jack a dull boy

Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy

Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy
Too much work and no fun makes Jack a dull boy

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